quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Certa vez observava a criança em mim
Então percebi assim desse jeito
Que em cada hora havia um defeito
Em minutos eu sempre pensava
Em muitos segundos entendia o nada
E em copos de pura saudade amarga
Enquanto podia, eu ainda tentava
Meu peito apertado que ainda esperava
A batida certeira que te embalava
Enquanto queria sorrir e dançar
Eu só me lembrei de como chorar
Não chorei, não sorri e também não dancei,
mas dentro de mim, um defeito eu matei.

domingo, 6 de novembro de 2016

Hoje vou agradecer, só um pouco mais, enquanto eu descanso nos braços da minha paz.