segunda-feira, 15 de abril de 2019

Onde estavam os Nóz.

O primeiro demorou de soltar, quase impossível desprender.
O segundo foi mais fácil, sem tempo a perder.
O terceiro nó foi bem complicado, mesmo usando a força não saiu assim tão fácil.
O quarto... Ah... Esse foi realmente chato!
No quinto nó nem aguentamos puxar, os dedos doíam a medida que seguravam.
Chegamos ao sexto e ainda assim não era perfeito... Não há nada perfeito em nóz.
O sétimo nó questionamos ainda mais sobre nós... Afinal o problema era nosso, não tinha como escapar do próximo.
Então prendeu em si aquela linha imensa. E interrompendo a sequência de nóz me disse calmamente o que sentia, nos minutos seguintes sabia que ali não estava mais só.
Continou seguir a linha onde estava mais um nó...

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