Em vão me aturo, atiro-me no chão duro.
Dera fosse terra batida, ali ficara para sempre incerto do futuro.
- Quando renasce teu sol?
Lançado as margens plácidas aguardo pacientemente a luminosidade de sua existência.
Em um vão seguro e estreito encontro refúgio.
Eu sei que lá os pesadelos não me alcançam.
Tranquilo deito-me em berço esplêndido mas meus olhos ainda choram sangue quando preciso dormir.
Destruo todo o caos que me domina, aceito os restantes momentos de paz e sigo saboreando o que todos chamam de vida.
sexta-feira, 27 de dezembro de 2019
terça-feira, 10 de dezembro de 2019
s u p e r p o w e r
Onde esconde tua verdade?
É onde ouve mais da tua vontade do que a própria voz?
*Silêncio absurdo.*
É nas incontáveis chances que estabelece sua meta, como estivesse em repouso e escutando de vez em quando o pedido de perdão dentro de si.
Perdoa o mundo, perdoa o céu ou melhor... Perdoa-nos.
Seres ingratos por natureza, enfraquecidos por consumir mentiras e esquecidos pelo amor.
Tudo si cria.
Tudo em si recria.
Ama-te como o criador.
Perdoa-me como criatura.
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