Em vão me aturo, atiro-me no chão duro.
Dera fosse terra batida, ali ficara para sempre incerto do futuro.
- Quando renasce teu sol?
Lançado as margens plácidas aguardo pacientemente a luminosidade de sua existência.
Em um vão seguro e estreito encontro refúgio.
Eu sei que lá os pesadelos não me alcançam.
Tranquilo deito-me em berço esplêndido mas meus olhos ainda choram sangue quando preciso dormir.
Destruo todo o caos que me domina, aceito os restantes momentos de paz e sigo saboreando o que todos chamam de vida.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário