Você luta durante a vida inteira e sonha com a glória,
no fim percebe que a essência estava morta
pois renasce e morre questionando a natureza.
Mesmo ao universo e sua grandeza, reclama
enxerga o tal inferno ou paraíso e lamenta, ignora a sorte.
Esquece que o tempo te fez forte, unânime.
Força lembranças de um passado em nostalgia,
mas sabendo que mal conseguia apreciar aquilo;
aprende valores e os preços de cada escolha
o tempo corria e nós logo atrás, burros brutos, olhando pés e mãos que doem por segurar o mundo. Amarrados em uma árvore seca, sem sombra; o sol castigando o lombo que tentava si manter só.
Desanimado pela falta de percepção, eu irracional, preocupado com nada e desfocado de tudo, mas vivendo minha própria ilusão, confusa e sem ação
na mesma esfera que nos apriosionou em gravidade.
Girando em círculos cíclicos sem limites, sem noção e sentido!
fazendo qualquer cabeça ficar tonta nesse ritmo. Naturalmente esquivo do que me detesta, e do que eu detesto, óbvio mas é o mesmo reflexo.
Apenas uma vez ou por mais uma vez, tentei
não falei com ninguém, não precisava falar
tudo se acalma quando nada te abala, a fé.
Venci e venho vencendo, essa guerra contra mim; vou contra tudo que "eles" taxam de exemplar.
- não quero, não posso, não vou. Não!
E novamente, tudo se repete,
denovo e denovo
na casca do ovo, na casa dos bobos,
apenas suporta
mas vive e sente
com a mesma emoção da nossa
sem telas, holofotes e sem sucesso também
desviando sua atenção de tudo o que importa, só seguindo para o que não tem...
Pergunta...
Ou resposta?
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